O Paradoxo da Pré-Reforma
Aqui está a verdade incómoda: quanto mais bem-sucedido fomos na carreira, mais profunda é essa integração. Se ocupámos posições de responsabilidade, liderança ou especialização, o trabalho não era apenas o que fazíamos — era como definíamos valor pessoal, competência e até propósito.
Muitos dos nossos clientes — profissionais entre 45 e 65 anos que se aproximam da reforma — chegam até nós com um vazio bem definido. Já não têm reuniões para preparar. Não há emails urgentes. Ninguém precisa da vossa decisão sobre um projeto crítico. E, de repente, fica a pergunta que ecoa: "E agora, quem sou?"
A boa notícia? Essa pergunta é o ponto de partida. Não é uma crise — é um convite para redescobrimento.